Muitas pessoas hoje em dia têm pouco ou nenhum conceito sobre o que querem dizer quando falam em cristianismo do primeiro século. A primeira imagem é de um homem vestido como um árabe andando pelo deserto. Outros imaginam pessoas se encontrando em ambientes antigos tentando adorar a Deus, mas fazendo-o de uma maneira primitiva. Outros, ainda, imaginam um homem ajoelhado perante o altar do sacrifício onde eram oferecidas ofertas a Deus. Nenhuma destas servem para definir o cristianismo do primeiro século que as igrejas de Cristo estão tentando restaurar.
No mundo moderno de hoje temos uma tendência de classificar as idéias de ontem como sem valor. Parece que sentimos que a não ser que seja algo bem moderno é provavelmente ultrapassado e inútil à luz das conquistas de hoje.
Não podem ser alteradas e se aplicam à conduta do homem tanto hoje, quanto há mais de dois mil anos.
Por causa deste fato, é que as igrejas de Cristo estão procurando restaurar o cristianismo do primeiro século. Esta é religião estabelecida pelo Novo Testamento. Não está ultrapassada hoje e não é velha. Quando lemos sobre o cristianismo do primeiro século no Novo Testamento, vemos que está bem longe da teologia das formas da religião moderna. Lemos sobre o cristianismo em sua forma mais pura como quando escrita sob inspiração do Espírito Santo. Portanto, o cristianismo do primeiro século não é um homem com roupas árabes andando pelo deserto. Não é a visão de pessoas em lugares primitivos, com um ainda mais primitivo código de religião. O cristianismo do primeiro século é tão moderno quanto hoje. Ele consiste de seus amigos e vizinhos se reunindo em prédios modernos ou antigos para adorar a Deus como Ele ordenou. Isto eles fazem sem quaisquer laços, dogmas denominacionais, concílios eclesiásticos ou credos humanos.